Nomes ucraniano

Home > Nomes > Nomes de origem Ucraniano; Nomes de origem Ucraniano. É uma língua eslava oriental, muito similar ao russo ou ao bielorrusso. Os nomes ucranianos têm muita influência do grego e são muito parecidos aos nomes russos, com ligeiras modificações na forma de escrevê-los. É muito comum encontrar o “y” entre eles. Descubra a origem étnica e o significado dos sobrenomes. Saiba como sobrenomes são classificados por popularidade, como muitas pessoas nos Estados Unidos tem um nome específico de acordo com os Censos norte-americanos de 2000. ucraniano sobrenomes que começam com S Lista de nomes masculinos em ucraniano, com o seu significado, apelidos e outras versões de idioma Dora perguntou em Gravidez e Maternidade Nomes de Bebês · Há 8 anos. sugestões de nomes ucranianos? femininos e masculinos. Responder Salvar. 1 Resposta. Classificação. Manu. Lv 4. Há 8 anos. Resposta favorita. Nomes eslavos (ucranianos). Menino: Pavlo, Amino, Ian, Wesley, Wilfred, Muriel e Morris. Procura uma lista com sobrenomes Ucranianos? Veja essa lista com mais de 200 sobrenomes de ucranianos ordenados de A a Z. Descubra a origem étnica e o significado dos sobrenomes. Saiba como sobrenomes são classificados por popularidade, como muitas pessoas nos Estados Unidos tem um nome específico de acordo com os Censos norte-americanos de 2000. Tá procurando um nome Ucraniano para seu filho? Veja essa incrível lista com nomes Ucranianos masculinos com os significados mais bonitos.. Existem muitos nomes Ucranianos masculinos fofos e bonitos que são antigos e modernos que você pode escolher para seu filhote. Nomes Ucranianos. Os ucranianos compõem um grupo étnico que originalmente vivia na Europa Oriental. Descendentes de vários povos, esse grupo tem origem eslava e possui uma língua própria: o ucraniano. Nomes de origem Ucraniano. Confira uma lista em ordem alfabética dos nomes de origem Ucraniano Nomes Ucranianos Masculinos. Os ucranianos compõem um grupo étnico que originalmente vivia na Europa Oriental. Descendentes de vários povos, esse grupo tem origem eslava e possui uma língua própria: o ucraniano.

A Carreira de Douglas Costa em Números

2020.09.19 23:41 futebolstats A Carreira de Douglas Costa em Números

Quando cita-se um dos melhores jogadores de futebol do Brasil neste momento, o nome de Douglas Costa que atualmente joga pela Juventus da Itália e que também atua pela Seleção Brasileira, deve ser levado em conta.
Douglas Costa de Souza nasceu em 14/09/1990 em Sapucaia do Sul, no estado do Rio Grande do Sul. Antes de jogar pela Juventus, Douglas Costa iniciou sua carreira como profissional no Grêmio e em seguida, atuou por mais duas equipes antes de jogar pela equipe italiana. Porém, o que mais se sabe sobre Douglas Costa? Por quais clubes atuou? Quais feitos atingiu ao longo de sua carreira?

Juvenil

Antes de jogar pelo Grêmio, Douglas deu os seus primeiros passos no futebol quando ingressou nas categorias de base do clube de sua cidade natal – Sapucaiense – em 1999 e quando completou 11 anos de idade, no ano de 2001, ingressou nas categorias de base do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, clube que é popularmente conhecido como Grêmio.
Douglas Costa na época em que atuava pelo Sapucaiense
A Carreira de Douglas Costa em Números

Grêmio

Categorias de Base

Depois de ingressar nas categorias de base no Grêmio, Douglas Costa foi queimando etapas até chegar ao profissional do clube no ano de 2008, quando Celso Roth – técnico do Grêmio nessa época – o integrou ao time principal do clube.

2008

Em 4 de outubro de 2008, em jogo da 28ª rodada do Brasileirão (Campeonato Brasileiro), Douglas Costa fez a sua estreia como profissional e logo no seu primeiro jogo da carreira, o jovem atacante de 18 anos marcou um dos gols da vitória por 2-1 sobre o Botafogo no Olímpico (antigo estádio do Grêmio). Na rodada seguinte do campeonato nacional, em 08/10/2008, Douglas Costa foi um dos destaques da vitória por 2-0 sobre o Santos com assistências para os gols de Richard Morales e de Soares respectivamente.
Posteriormente, Douglas Costa jogou mais duas partidas como titular e outras duas saindo do banco de reservas.
Em suma, na sua 1ª temporada como profissional, Douglas Costa disputou 6 partidas, fez 1 gol e proveu duas assistências. Quanto ao Grêmio, foi vice-campeão desta edição do Brasileirão, terminou em 5º lugar no Campeonato Gaúcho, foi eliminado na 2ª fase da Copa do Brasil e caiu na 1ª fase da Copa Sul-Americana.
PdGmACACVMj no ano de 2008
61 2 00397
Pd – Partidas disputadas; Gm – Gols marcados; A – Assistências; CA – Cartões amarelos; CV – Cartões vermelhos e Mj* – Minutos jogados

2009

Em 26 de fevereiro de 2009, na estreia do Grêmio na fase de grupos da Copa Libertadores da América, Douglas Costa entrou em campo aos 34 minutos da segunda etapa no lugar do zagueiro Léo, contudo mesmo com ele em campo, o “Tricolor Gaúcho” – Grêmio – e a Universidad de Chile empataram em 0-0 no Olímpico.
Posteriormente, devido à uma fissura do ligamento intra-articular, o jovem atacante de 18 anos ficou de fora dos gramados por cerca de um mês. Em 05/04/2009, após uma derrota no “Grenal” – nome dado ao clássico entre Grêmio e Internacional – no Campeonato Gaúcho, Celso Roth acabou demitido e com sua saída, o clube resolveu apostar suas fichas em Paulo Autuori. Apesar de jogar os minutos finais do segundo confronto das oitavas de final da Libertadores em 07/05/2009, Douglas Costa voltou a sentir dores e como consequência, ficou de fora dos gramados por mais um tempo.
Em junho, o Manchester United da Inglaterra tentou contratar Douglas Costa por um período de testes de 20 dias, antes de efetivar a compra do atacante. Contudo, o Grêmio rejeitou esta oferta.
Em 02/08/2009, em jogo da 16ª rodada do Brasileirão, livre de lesões, Douglas Costa fez sua estreia como titular no campeonato e contando com o jovem atacante de 18 anos entre os titulares, o Grêmio venceu o Cruzeiro por 4-1 no Olímpico.
Na reta final do Brasileirão, Paulo Autuori passou a escalar Douglas Costa como titular, porém com um empate em 1-1 com o São Paulo no Olímpico em 04/11/2009, em jogo da 34ª rodada do Brasileirão, onde o atacante de 19 anos proveu assistência para o gol de Rafael Marques e a equipe adversária teve 2 jogadores expulsos, chegou-se a um consenso que Paulo Autuori não deveria ser mantido no cargo de treinador, pois Celso Roth conseguiu fazer o time render mais no ano anterior, e em decorrência da demissão de Autuori, Marcelo Rospide comandou o time até o fim do campeonato.
Pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, em 29/11/2009, Douglas Costa marcou seu 1º e último tento nesse ano na vitória por 4-2 sobre o Grêmio Barueri no Olímpico. Na rodada seguinte do campeonato em 06/12/2009, o jovem atacante de 19 anos foi um dos destaques do time no revés por 2-1 ante o Flamengo no Maracanã ao prover assistência para o gol de Roberson.
Em suma, na sua última temporada com a camisa do “Imortal” – Grêmio -, Douglas Costa disputou 31 jogos, fez 1 gol e proveu 4 assistências. Quanto ao Grêmio, terminou em terminou em 8º lugar no Campeonato Brasileiro, foi vice-campeão gaúcho e chegou à semifinal da Copa Libertadores da América.
PdGmACACVMj no ano de 2009
311 4 31253
Gol marcado no Brasileirão

Shakhtar Donetsk

2009-10

Em 10 de janeiro de 2010, Douglas assinou um contrato por 5 temporadas com o Shakhtar Donetsk da Ucrânia. O clube ucraniano desembolsou 6 milhões de euros (cerca de 37,3 milhões de reais) para contar com o futebol do jovem atacante de 19 anos.
A estreia de Douglas Costa pela nova equipe ocorreu em 18/02/2010, no primeiro confronto da fase de 16 avos da Europa League contra o Tottenham da Inglaterra, quando Mircea Lucescu – técnico do Shakhtar nessa época – o colocou em campo aos 30 minutos da segunda etapa no lugar de Jádson, porém esta foi uma estreia para se esquecer, pois a equipe inglesa venceu esse jogo por 2-1. Em 25/02/2010, no segundo confronto contra o Fulham, Douglas entrou em campo aos 8 minutos do segundo tempo no lugar de Willian e mesmo dando o passe para o gol de Jádson, o jogo acabou empatado em 1-1 e consequentemente, a equipe inglesa se classificou para a fase seguinte.
Pela 18ª rodada da Premier Liha – Campeonato Ucraniano – em 28/02/2010, Douglas Costa fez sua estreia como titular na vitória por 1-0 sobre o Vorskla na Donbass Arena (estádio do Shakhtar Donetsk).
Em 14/03/2010, em jogo da 20ª rodada da Premier Liha, o jovem atacante brasileiro de 19 anos marcou seu primeiro tento pelo novo clube no triunfo por 2-1 sobre o Metalist Kharkiv na Donbass Arena. Duas semanas depois – em 28/03/2010 – em jogo da 22ª rodada do campeonato nacional, Douglas Costa entrou em campo aos 20 minutos do segundo tempo no lugar de Jádson e nos acréscimos, fez o gol que fechou o placar do jogo; vitória do Shakhtar Donetsk por 3-1 sobre o Arsenal Kiev.
Após o gol marcado contra o Arsenal Kiev, Douglas Costa só voltou a balançar as redes em 25/04/2010, em partida válida pela 27ª rodada do Campeonato Ucraniano, a qual iniciou entre os titulares e marcou o segundo gol da vitória por 3-0 sobre o Chernomorets Odessa na Donbass Arena. Na rodada seguinte do campeonato nacional, Douglas entrou em campo aos 17 minutos da segunda etapa no lugar de Ilsinho e nos minutos finais, marcou o gol que selou o resultado da partida; vitória do Shakhtar Donetsk por 2-0 sobre o Metalurh Zaporizhya fora de casa.
Em 09/05/2010, em jogo da última rodada (30ª) desta edição da Premier Liha, Douglas Costa atuou como titular e encerrou essa temporada marcando o terceiro gol da vitória por 3-2 sobre o Tavriya Simferopol.
Em suma, na sua 1ª temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 15 partidas, fez 5 gols e proveu duas assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, foi campeão do Campeonato Ucraniano, chegou à semifinal da Copa da Ucrânia e caiu na fase de 16 avos da UEFA Europa League.
PdGmACACVMj na temporada 2009-10
155 2 30630
Gols marcados na Premier Liha

2010-11

No primeiro jogo do Shakhtar Donetsk nessa temporada – decisão da Supercopa da Ucrânia – em 4 de julho de 2010, Douglas Costa iniciou essa temporada como titular do time e nesse jogo, proveu assistência para o gol de Jádson na goleada por 7-1 sobre o Tavriya Simferopol. Com este resultado, o Shakhtar Donetsk iniciava essa temporada celebrando a conquista de um título.
Em 30/07/2010, em jogo da 4ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 do Shakhtar – Douglas Costa – marcou seu primeiro doblete – ocorre quando um jogador faz 2 gols numa mesma partida – da carreira na vitória por 3-1 sobre o Arsenal Kiev. Além de ter feito 2 gols, também proveu assistência para o gol marcado pelo compatriota Luiz Adriano. Na rodada seguinte do campeonato, em 07/08/2010, o jovem atacante de 19 anos marcou seu 3º tento nessa temporada na goleada por 5-0 sobre o Sevastopol na Donbass Arena.
Em 28/09/2010, em partida válida pela 2ª rodada da fase de grupos da UEFA Champions League (Liga dos Campeões), Douglas Costa foi um dos principais destaques da vitória por 3-0 sobre o Braga de Portugal fora de casa com 1 gol e assistências para os 2 gols marcados por Luiz Adriano.
Após o gol marcado diante do Braga, o camisa 20 dos “Hinyrky” – Shakhtar Donetsk – só voltou a balançar as redes em 28/11/2010, em jogo da 19ª rodada da Premier Liha, ao qual marcou 1 dos gols da goleada por 4-0 sobre o Arsenal Kiev na Donbass Arena.
Em 16 de fevereiro de 2011, pelo primeiro confronto das oitavas de final da Liga dos Campeões, Douglas Costa foi um dos destaques do triunfo por 3-2 sobre a Roma da Itália fora de casa com 1 gol e assistência para 1 dos 2 tentos marcados por Luiz Adriano. Posteriormente, o Shakhtar Donetsk venceu a equipe italiana na Donbass Arena por 3-0 no segundo confronto e com isso, classificou-se para a fase seguinte do torneio sendo eliminada pelo Barcelona da Espanha.
Pela 23ª rodada do Campeonato Ucraniano, em 01/04/2011, o jovem atacante brasileiro de 20 anos entrou em campo aos 22 minutos do segundo tempo no lugar de Alex Teixeira e nos acréscimos, fez o gol que definiu o resultado da partida; vitória dos “Hinyrky” por 3-1 sobre o Illichivets Mariupol.
Em suma, na sua 2ª temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 42 jogos, fez 7 gols e proveu 11 assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, foi campeão de todas as competições nacionais (Supercopa da Ucrânia, Copa da Ucrânia e Campeonato Ucraniano) e chegou às quartas de final da UEFA Champions League.
PdGmACACVMj na temporada 2010-11
427 11 602610
7 gols dos quais 5 foram pela Premier Liha e 2 pela UEFA Champions League

2011-12

Diferentemente da temporada anterior, o Shakhtar iniciou esta temporada com uma derrota por 3-1 ante o Dínamo de Kiev em 5 de julho de 2011 e como consequência, teve de se contentar como vice-campeão da Supercopa da Ucrânia. Vale ressaltar que Douglas Costa jogou os 90 minutos desta decisão.
Em 09/09/2011, em jogo da 9ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 dos “Hinyrky” entrou em campo aos 16 minutos da segunda etapa no lugar de Dentinho e nos minutos finais, fez o gol que fechou o placar do jogo; goleada do Shakhtar por 5-1 sobre o Volyn Lutsk na Donbass Arena.
Pela 12ª rodada do Campeonato Ucraniano, em 02/10/2011, o jovem atacante de 21 anos marcou seu 2º tento nessa temporada na goleada por 4-1 sobre o Zorya Luhansk na Donbass Arena.
Em 06/11/2011, em jogo da 16ª rodada da Premier Liha, Douglas Costa entrou em campo logo após o intervalo no lugar de Dentinho e a partida mal reiniciou e ele marcou um tento, o gol que selou o placar da partida: vitória do Shakhtar Donetsk por 2-0 sobre o Obolon Kiev fora de casa.
Em 27/11/2011, em partida válida pela 18ª rodada do Campeonato Ucraniano, o camisa 20 dos “Hinyrky” marcou seu 4º tento na temporada de pênalti na goleada por 5-0 sobre o Kaparty fora de casa. Posteriormente, nas duas rodadas seguintes do campeonato nacional, mais 2 gols de Douglas: goleadas por 5-0 e 4-0 sobre o Arsenal Kiev e Kryvbas respectivamente.
Em 27 de abril de 2012, em confronto válido pela semifinal da Copa da Ucrânia, Douglas Costa entrou em campo aos 23 minutos do segundo tempo no lugar de Henrikh Mkhitaryan e novamente, marcou nos minutos finais o gol da vitória por 4-3 sobre o Volyn Lutsk. Posteriormente, em 06/05/2012, o camisa 20 do Shakhtar jogou parte da vitória por 2-1 sobre o Metalurg Donetsk na final e com isso, pela 2ª temporada consecutiva, os comandados de Mircea Lucescu sagravam-se campeões da Copa da Ucrânia.
Em suma, na sua 3ª temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 37 partidas, fez 7 gols e proveu 3 assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, além de ter sido campeão da Copa da Ucrânia, também foi campeão do Campeonato Ucraniano, vice-campeão da Supercopa da Ucrânia e por ter terminado em 4º lugar na fase de grupos da Liga dos Campeões, ficou de fora do mata-mata das competições europeias.
PdGmACACVMj na temporada 2011-12
377 3 501986
7 gols dos quais 6 foram pela Premier Liha e 1 pela Copa da Ucrânia

2012-13

No primeiro jogo do Shakhtar Donetsk nessa temporada – decisão da Supercopa da Ucrânia – em 10 de julho de 2012, Douglas Costa marcou o segundo gol da vitória por 2-0 sobre o Metalurg Donetsk e sendo assim, o Shakhtar iniciava essa temporada como o campeão da Supercopa da Ucrânia.
Após o gol marcado contra o Metalurg Donetsk na decisão da Supercopa da Ucrânia, Douglas Costa amargou um “jejum de gols”, ao qual pôs um fim em 03/11/2012, em jogo da 14ª rodada da Premier Liha, ao qual o Shakhtar venceu o Metalurh Zaporizhya por 2-0 na Donbass Arena.
Em 24/11/2012, em jogo da 19ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 dos “Hinyrky” saiu do banco para entrar no lugar de Darijo Srna aos 10 minutos do segundo tempo e 7 minutos depois, fez o 4º gol da goleada por 5-1 sobre o Hoverla Uzhhorod.
Durante a fase de grupos desta edição da Liga dos Campeões, Douglas Costa atuou apenas por 3 partidas e vale ressaltar que ele entrou no decorrer destes jogos, totalizando 23 minutos jogados, com o Shakhtar terminando em 2º lugar no grupo E, atrás da Juventus, campeã italiana, enquanto eliminava o Chelsea, atual campeão da competição.
Pelo primeiro confronto das oitavas de final da Champions League, contra o Borussia Dortmund da Alemanha, em 13 de fevereiro de 2013, o atacante brasileiro de 22 anos entrou em campo aos 17 minutos da segunda etapa no lugar de Taison e 6 minutos depois, marcou o segundo gol do Shakhtar no empate em 2-2 com a equipe alemã na Donbass Arena. Posteriormente, o Borussia Dortmund venceu o time ucraniano por 3-0 na Alemanha e deixou o Shakhtar pelo caminho.
Em 01/03/2013, em jogo da 19ª rodada da Premier Liha, Douglas Costa atuou como titular e marcou seu 5º tento na temporada na goleada por 4-1 sobre o Volyn Lutsk.
Em 26/05/2013, em partida válida pela última rodada desta edição do Campeonato Ucraniano, o camisa 20 dos “Hinyrky” encerrou essa temporada com 1 gol e assistência para o tento marcado por Taison na goleada por 4-0 sobre o Metalurg Donetsk na Donbass Arena.
Em suma, em mais uma temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 36 partidas, fez 7 gols e proveu 3 assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, foi campeão de todas as competições nacionais (Supercopa da Ucrânia, Copa da Ucrânia e Campeonato Ucraniano) e foi eliminado nas oitavas de final da UEFA Champions League.
PdGmACACVMj na temporada 2012-13
367 3 101575
7 gols dos quais 5 foram pela Premier Liha, 1 pela UEFA Champions League e 1 pela Supercopa da Ucrânia

2013-14

Em 10 de julho de 2013, o Shakhtar Donetsk fez a sua estreia nessa temporada com uma vitória por 3-1 sobre o Chernomorets Odessa na decisão da Supercopa da Ucrânia e assim como ocorreu na temporada anterior, iniciava mais uma temporada como o campeão da Supercopa.
Em 28/07/2013, em jogo da 3ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 dos “Hinyrky” marcou seu primeiro tento nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Chernomorets Odessa na Donbass Arena.
Pelo confronto da 9ª rodada do Campeonato Ucraniano, em 13/09/2013, Douglas Costa marcou seu 2º tento nessa temporada no revés por 3-2 ante o Karpaty fora de casa.
Após o gol marcado contra o Karpaty, o brasileiro só voltou a balançar as redes em 27/11/2013, em partida válida pela 5ª rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões, a qual marcou um doblete na goleada por 4-0 sobre a Real Sociedad da Espanha. Além dos 2 tentos marcados, também proveu assistência para o gol de Luiz Adriano.
Em janeiro de 2014, Douglas Costa ajudou o Shakhtar a vencer a Supertaça United 2014, um torneio disputado entre os dois primeiros colocados dos Campeonatos Russo e Ucraniano, tornando-se o artilheiro do torneio ao lado de Darijo Srna.
Em 30/03/2014, em jogo da 23ª rodada da Premier Liha, o camisa 20 dos “Hinyrky” marcou seu 5º tento nessa temporada no triunfo por 4-2 sobre o Metalist Kharkiv fora de casa. Além do gol marcado, também contribuiu com assistências para os gols de Eduardo da Silva e Luiz Adriano.
Em confronto válido pela final da Copa da Ucrânia, em 15/05/2014, Douglas Costa marcou seu último tento nessa temporada no revés por 2-1 ante o Dínamo de Kiev.
Em suma, em mais uma temporada com a camisa dos “Hinyrky”, Douglas Costa disputou 39 partidas, fez 7 gols e proveu 14 assistências, sendo 11 destas na Premier Liha, o que fez dele o jogador com mais assistências no campeonato. Quanto ao Shakhtar Donetsk, além de ser campeão do Campeonato Ucraniano e da Supercopa da Ucrânia, foi vice-campeão da Copa da Ucrânia, terminou em 3º lugar na fase de grupos da UEFA Champions League e sendo assim, herdou uma vaga na fase de mata-mata da UEFA Europa League, onde caiu logo na fase de 16 avos.
PdGmACACVMj na temporada 2013-14
397 14 303043
7 gols dos quais 4 foram pela Premier Liha, 2 pela UEFA Champions League e 1 pela Copa da Ucrânia

2014-15

Diferentemente das temporadas anteriores, onde atuou nas decisões da Supercopa da Ucrânia, Douglas Costa não jogou na vitória por 2-0 sobre o Dínamo de Kiev.
Em 17 de outubro de 2014, em jogo da 9ª rodada da Premier Liha, Douglas entrou em campo logo após o intervalo no lugar de Marlos e marcou o quinto gol da goleada por 6-2 sobre o Volyn Lutsk e também deu o passe para o gol de Darijo Srna. Quatro dias depois, em partida válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Champions League, o camisa 20 dos “Hinyrky” marcou o terceiro gol da goleada por 7-0 sobre o BATE Borisov de Belarus.
Em 28 de fevereiro de 2015, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Ucraniano, Douglas Costa marcou seu 3º tento nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Vorskla na Donbass Arena.
Pela 19ª rodada da Premier Liha, em 11/04/2015, o camisa 20 do Shakhtar marcou seu 4º tento nessa temporada na goleada por 5-0 sobre o Chernomorets Odessa.
Em 09/05/2015, em partida válida pela 23ª rodada do Campeonato Ucraniano, Douglas Costa marcou seu último tento na temporada na goleada por 7-3 sobre o Hoverla Uzhhorod em plena Avangard (estádio do Hoverla). Além do gol marcado, também contribuiu com assistência para 1 dos 2 gols marcados por Oleksandr Hladkyy.
Em suma, na sua última temporada na Ucrânia, Douglas Costa disputou 33 partidas, fez 5 gols e proveu 7 assistências. Quanto ao Shakhtar Donetsk, foi campeão da Supercopa da Ucrânia, vice-campeão do Campeonato Ucraniano e da Copa da Ucrânia e foi eliminado nas oitavas de final da UEFA Champions League.
PdGmACACVMj na temporada 2014-15
335 7 502181
5 gols dos quais 4 foram pela Premier Liha e 1 pela UEFA Champions League
Títulos que conquistou pelo Shakhtar Donetsk - Premier Liha2009-10, 2010-11, 2011-12, 2012-13 e 2013-14 - Copa da Ucrânia2010-11, 2011-12 e 2012-13 - Supercopa da Ucrânia2010, 2012 e 2013
- O vídeo abaixo mostra alguns dos melhores momentos de Douglas Costa com a camisa do Shakhtar Donetsk - Este vídeo foi publicado no YouTube em 25 de junho de 2015por BAYERN SERBIA

Bayern de Munique

2015-16

Antes de se transferir para o Bayern de Munique da Alemanha, Douglas Costa recebeu uma ligação surpreendente: do outro lado da linha estava Pep Guardiola, então treinador do Bayern perguntando ao brasileiro se ele estaria “pronto para aprender a jogar futebol” e em 1º de julho de 2015, Douglas foi anunciado como o novo reforço dos bávaros (Bayern de Munique).
Douglas Costa e Joshua Kimmich sendo apresentados como novos reforços do BayernO clube alemão desembolsou 30 milhões de euros (cerca de 187,9 milhões de reais) para contar com Douglas Costa por 5 temporadas. A taxa de transferência de 30 milhões de euros foi a 4ª maior da história do Bayern até então. Ele recebeu a camisa de número 11, anteriormente usada por Xherdan Shaqiri.
Em 01/08/2015, na decisão da Supercopa da Alemanha, Guardiola promoveu a estreia de Douglas Costa como titular e no seu primeiro jogo pelo novo clube, o time bávaro empatou em 1-1 com o Wolfsburg no tempo regulamentar e na prorrogação, este resultado se manteve o mesmo. Na disputa por pênaltis, Douglas Costa foi o última jogador a cobrar e a converter um pênalti pelo time, contudo Xabi Alonso teve seu pênalti defendido e como consequência, o Wolfsburg levou a melhor e venceu por 5-4.
Em 14/08/2015, na estreia do Bayern nesta edição da Bundesliga (Campeonato Alemão), o novo camisa 11 do time bávaro marcou um dos gols da goleada por 5-0 sobre o Hamburgo na Allianz Arena, em Munique. Além do gol marcado, proveu assistência para o 1 dos 2 gols de Thomas Müller. Na rodada seguinte do campeonato nacional, em 22/08/2015, Douglas Costa foi um dos destaques da vitória por 2-1 sobre o Hoffenheim com assistências para os gols de Thomas Müller e de Robert Lewandowski respectivamente.
Pela 2ª rodada da fase de grupos da Champions League em 29/09/2015, o camisa 11 do Bayern marcou o primeiro gol da goleada por 5-0 sobre o Dínamo Zagreb da Croácia e também contribuiu com assistência para 1 dos 3 gols marcados por Lewandowski.
Em 27/10/2015, em confronto válido pela 2ª fase da Copa da Alemanha, o atacante brasileiro marcou seu 3º tento nessa temporada no triunfo por 3-1 sobre o Wolfsburg.
Em 07/11/2015, em jogo da 12ª rodada da Bundesliga, Douglas Costa marcou o segundo gol da goleada por 4-0 sobre o Stuttgart na Allianz Arena. Além do tento marcado, contribuiu com assistência para o gol marcado por Arjen Robben.
Pela 5ª rodada da fase de grupos, em 24/11/2015, o camisa 11 do time bávaro marcou seu 5º tento nessa temporada na goleada por 4-0 sobre o Olympiacos da Grécia na Allianz Arena. Após esse jogo, através de exames, constatou-se uma lesão muscular em Douglas Costa e em decorrência disso, ficou de fora dos gramados por cerca de 1 mês.
Vale destacar que Douglas Costa se saiu muito bem na primeira metade desta temporada, onde fez 5 gols e proveu 13 assistências. Porém, após a lesão não conseguiu repetir o mesmo desempenho da 1ª metade desta temporada.
Em 23 de abril de 2016, em jogo da 31ª rodada da Bundesliga, o camisa 11 do time bávaro marcou seu último tento nessa temporada no triunfo por 2-0 sobre o Hertha Berlin fora de casa.
Em 21/05/2016, em confronto válido pela final da Copa da Alemanha, Bayern e Borussia Dortmund empataram em 0-0 no tempo regulamentar e este placar persistiu na prorrogação e com isso, a definição do campeão saiu nos pênaltis, onde Douglas Costa foi o último a cobrar e a converter e sendo assim, definiu o resultado desta disputa: vitória do Bayern nos pênaltis por 4-3.
Em suma, na sua 1ª temporada na Alemanha, Douglas Costa disputou 43 partidas, fez 7 gols e proveu 18 assistências, sendo 9 destas na Bundesliga 2015-16, o que fez dele o 5º jogador com mais assistências no campeonato. Quanto ao Bayern de Munique, além de ter sido campeão da Copa da Alemanha, também foi campeão do Campeonato Alemão, vice-campeão da Supercopa da Alemanha e chegou à semifinal da UEFA Champions League.
PdGmACACVMj na temporada 2015-16
437 18 403408
7 gols dos quais 4 foram pela Bundesliga, 2 pela UEFA Champions League e 1 pela Copa da Alemanha

2016-17

Após o fim da temporada 2015-16, Pep Guardiola deixou o comando do Bayern para comandar o Manchester City da Inglaterra e com a saída do técnico espanhol, o clube resolveu apostar suas fichas em um técnico italiano, trata-se de Carlo Ancelotti. Como já era de se esperar, o novo treinador fez mudanças no time e dentre estas, deu mais oportunidades a Franck Ribéry do que Douglas Costa.
Devido à uma lesão no tendão, Douglas perdeu alguns jogos do Campeonato Alemão e da Liga dos Campeões e no seu retorno aos gramados, em 22 de outubro de 2016, em jogo da 8ª rodada da Bundesliga, ao qual Ancelotti o escalou como titular e o brasileiro retribuiu essa confiança dada pelo técnico marcando o gol que fechou o placar do jogo; vitória do Bayern de Munique por 2-0 sobre o Borussia Mönchengladbach na Allianz Arena.
Em 23/11/2016, em partida válida pela 2ª rodada da fase de grupos da Champions League, o camisa 11 do time bávaro marcou seu 2º tento nessa temporada no revés por 3-2 ante o Rostov da Rússia fora de casa.
Em 10/12/2016, em jogo da 14ª rodada da Bundesliga, Douglas Costa entrou em campo aos 32 minutos do segundo tempo no lugar de Ribéry e 9 minutos depois, fez o gol que selou o resultado do jogo; goleada do Bayern por 5-0 sobre o Wolfsburg na Allianz Arena. Na rodada seguinte do campeonato, em 18/12/2016, o camisa 11 do time bávaro marcou o único gol da vitória sobre o Darmstadt fora de casa.

PdGmACACVMj na temporada 2016-17
347 9 201925
7 gols dos quais 4 foram pela Bundesliga, 2 pela UEFA Champions League e 1 pela Copa da Alemanha
Títulos que conquistou no Bayern de Munique - Bundesliga2015-16 e 2016-17 - Copa da Alemanha2015-16
- O vídeo abaixo mostra alguns dos melhores momentos de Douglas Costa com a camisa do Bayern de Munique - Este vídeo foi publicado no YouTube em 11 de julho de 2017por colo99

Juventus

2017-18


PdGmACACVMj na temporada 2017-18
476 13 302912
6 gols dos quais 4 foram pela Serie A e 2 pela Copa da Itália

2018-19


PdGmACACVMj na temporada 2009-10
251 1 21969
Gol marcado na Serie A

2019-20


PdGmACACVMj na temporada 2019-20
293 7 201084
3 gols dos quais 1 foi pela UEFA Champions League, 1 pela Serie A e 1 pela Copa da Itália
Títulos que conquistou na Juventus - Serie A2017-18, 2018-19 e 2019-20 - Copa da Itália2017-18 - Supercopa da Itália2018
- O vídeo abaixo mostra alguns dos melhores lances de Douglas Costa com a camisa da Juventus - Este vídeo foi publicado no YouTube em 23 de agosto de 2020por Real Football

Números de Douglas Costa na Seleção Brasileira

Brasil

Seleções de Base


Seleção Principal


Copa América 2015


PdGmACACVMj
31 0 0075

Copa do Mundo FIFA de 2018


PdGmACACVMj
20 1 0077

Pós-Copa do Mundo


Prêmios individuais - 63º melhor jogador do ano de 2016 (The Guardian) - 74º melhor jogador do ano de 2016 (Marca)

Considerações Finais

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2020.08.27 16:02 Scabello More about Belarus color "revolution"

Text from a amazing marxist virtual magazine from Brazil.

https://revistaopera.com.b2020/08/26/belarus-nacionalismo-e-oposicao/

Belarus: nacionalismo e oposição


As manifestações em Belarus estão recebendo uma grande cobertura nos meios ocidentais, o que se reflete na imprensa brasileira, que se contenta em traduzir e repetir aquilo que é dito em grandes veículos europeus. A amplitude e até a paixão dessa cobertura gera, por efeito de contraste, uma sensação de falta de profundidade, já que em meio de tantas notícias, carecemos até mesmo de uma introdução sobre aspectos específicos do conflito e dos atores que participam dele. O que a cobertura nos oferece, no entanto, é uma narrativa sobre manifestantes lutando contra um ditador em nome da liberdade, discurso fortalecido por uma certa abundância de imagens. Na frente desta luta, a candidata derrotada – alegadamente vítima de fraude – Sviatlana Tsikhanouskaya, uma “mulher simples”, “apenas uma dona de casa”, o símbolo da mudança. Em alguns dos meios de esquerda e alternativos, este posicionamento da grande mídia já gera uma certa desconfiança. Imediatamente surgem perguntas sobre quem forma essa oposição e se podemos fazer comparações com a Ucrânia em 2014, onde uma “revolução democrática” foi acompanhada por grupos neofascistas, ultranacionalismo e chauvinismo anti-russo. Outros já se revoltam contra o reflexo condicionado e declaram que não podemos julgar os eventos de Belarus pela ótica dos eventos ucranianos, e que avaliações não deveriam ser feitas na função inversa da grande mídia. Me deparando com a diversidade de problemas que podem ser desenvolvidos a partir do problema de Belarus, decidi começar com um problema simples de imagem e simbologia, mas que nos traz muitas informações. As imagens que estampam os jornais são dominadas por duas cores: branco e vermelho.

Uma disputa pela história

Uma faixa branca em cima, uma faixa vermelha no meio e outra faixa branca embaixo – esta bandeira domina as manifestações oposicionistas em Belarus. Ela surgiu primeiro em 1919, em uma breve experiência política chamada de República Popular Bielorrussa, órgão liderado por nacionalistas mas criado pela ocupação alemã no contexto do pós-Primeira Guerra, Guerra Civil na Rússia e intervenção estrangeira que ocorreu naquele período. Uma bandeira diferente do símbolo oficial de Belarus: do lado esquerdo, uma faixa vertical reproduz um padrão tradicional bielorrusso, como na costura, em vermelho e branco, do lado duas faixas horizontais, vermelho sobre verde (somente um terço em verde). Bandeira muito similar à velha bandeira da República Socialista Soviética de Belarus, com a diferença que na antiga o padrão tradicional estava com as cores invertidas e na massa vermelha horizontal brilhava a foice-e-martelo amarela com uma estrela vermelha em cima. Os manifestantes também usam um brasão de armas histórico do Grão Ducado da Lituânia, a Pahonia, onde vemos um cavaleiro branco, brandindo sua espada e segurando um escudo adornado por uma cruz jaguelônica. O emblema oficial de Belarus, no entanto, é diferente, correspondendo à simbologia soviética, onde um sol que se levanta sobre o globo ilumina o mapa de Belarus, com bagos de trigo nos flancos e uma estrela vermelha coroando a imagem. Essa diferença entre símbolos do governo e da oposição não é só uma diferença política momentânea, mas remete a uma disputa pela identidade nacional de Belarus, a processos divergentes de formação de consciência nacional, conforme exemplificados por Grigory Ioffe. Quando Belarus se tornou independente da União Soviética nos anos 90, isto aconteceu apesar da vontade popular, sem movimentos separatistas como os que ocorreram vigorosamente nas repúblicas soviéticas bálticas, vizinhas de Belarus pelo norte, ou na parte ocidental da Ucrânia, país que faz fronteira com Belarus pelo sul. Pelo menos até pouco tempo atrás, a maioria dos cidadãos se identificava com a Rússia e concebia a história de Belarus no marco de uma história soviética. Para a maioria da população, o evento mais importante da história de Belarus foi a Grande Guerra Patriótica, isto é, a resistência contra os invasores nazistas, o movimento partisan como primeiro ato de vontade coletiva. É depois da guerra que os bielorrussos se tornam maioria nas cidades do país (antes de maioria judaica, polaca e russa), bem como dirigentes da república soviética – líderes partisans se tornaram líderes do partido. Esse discurso filo-soviético também é acompanhado pela ideia de proximidade com a cultura russa, inclusive a constatação de que é difícil fazer uma diferenciação nacional entre as duas culturas. Em termos de narrativa histórica, isso é acompanhado por afirmações como a de que a Rússia salvou o povo das “terras de Belarus” da opressão nacional e religiosa dos poloneses. Então, figuras históricas da Rússia são lembradas, como por exemplo o general Alexander Suvorov (1730 – 1800), que é celebrado como um herói da luta contra a invasão polonesa das “terras de Belarus” e da Rússia em geral. Essa ideia de união entre Rússia e Belarus é fundamental para o pan-eslavismo. A revolução em 1917 também é considerada um episódio nacional, o começo da criação nacional de Belarus dentro da União Soviética, com sua própria seção bolchevique e adesão dos camponeses à utopia comunista, mas nem isso e nem a história nacional russa superam a Segunda Guerra Mundial como fator de consciência nacional. Contra esta visão surgiu uma alternativa ocidentalizante, que propõe que Belarus é um país completamente diferente da Rússia, que foi dominado pela Rússia e que precisa romper com Moscou para ser um país europeu. Essa tendência tenta afirmar a existência de um componente bielorrusso específico na Comunidade Polaco-Lituana, identificando a elite pré-nacional com nobres locais. Atribuem a “falta de consciência nacional” no país à intrigas externas. Seus heróis de forma geral são heróis poloneses, e celebram quando os poloneses invadiram a Rússia. Se esforçam por fazer uma revisão histórica que justifique a existência de uma nacionalidade bielorrussa atacando a narrativa ligada à Segunda Guerra Mundial, renegando a luta dos partisans e enquadrando sua nação como uma “vítima do estalinismo”, que passa ser comparado com o nazismo como uma força externa. Suas preocupações centrais, além de tentar construir uma história de Belarus antes do século XX, está a preservação da língua bielorrussa em particular, com suas diferenças em relação ao russo. Nessa visão, as repressões do período Stálin deixam de ser uma realidade compartilhada com os russos e outras nacionalidades soviéticas, para ser entendida como uma repressão contra a nação de Belarus, exemplificada principalmente pela repressão de intelectuais nacionalistas. Na tentativa de desconstruir o “estalinismo” e os partisans, os nacionalistas defenderam a Rada Central de Belarus, um órgão colaboracionista criado pela ocupação alemã, que não pode ser chamado sequer de governo títere, mas que adotava a visão histórica dos nacionalistas e fez escolas de língua exclusivamente bielorrussa em Minsk. A Rada foi liderada por Radasłaŭ Astroŭski, que foi para o exílio norte-americano e dissolveu órgão depois da guerra para evitar responsabilização por crimes de guerra. A versão nacionalista não só defende a “posição complicada” dos colaboradores nos anos 40, como revisa positivamente o papel do oficial nazista Wilhelm Kobe, Comissário Geral para Belarus entre 1941 e 1943 (até ser assassinado pela partisan Yelena Mazanik). Argumenta-se que Kobe seria um homem interessado nas coisas bielorrussas e seu domínio permitiu o florescimento nacionalista. Do lado colaboracionista existiu uma Polícia Auxiliar e a Guarda Territorial Bielorrusa, as duas ligadas aos massacres nazistas e associadas a uma das unidades mais infames da SS, a 36ª Divisão de Granadeiros da SS “Dirlewanger”. Depois, foi formada por uma brigada bielorrussa na 30ª da SS. A colaboração usava as bandeiras vermelha e branca, com a Guarda Territorial usando braçadeiras nessa cor. Essas cores seriam retomadas na independência do país em 1991, mas foram muito atacadas por sua associação com a colaboração. Por isso ela foi rechaçada por uma maioria esmagadora em um referendo realizado em 1995, que definiu os símbolos nacionais de hoje e mudou o “Dia da Independência” para 3 de Julho, dia em que Minsk foi libertada das forças de ocupação nazista, em 1944. A visão nacionalista e ocidentalizante é minoritária, compartilhada por algo entre 8% e 10% da população; número que é consistente com o número de católicos do país – um pouco maior, na verdade, o que serve para contemplar uma minoria de jovens de Minsk, que proporcionalmente tendem a ser mais adeptos de uma visão distinta da história soviética. Em 1991, o nacionalismo se reuniu na Frente Popular Bielorrussa, em torno da figura do arqueólogo Zianon Pazniak, que representava uma militância radical, anti-russa, europeísta e guardiã dessa simbologia nacional. O movimento fracassou e parte disso provavelmente se deve à liderança de Pazniak, tido como intolerante. Havia também um movimento paramilitar chamado Legião Branca, que se confrontaria com Lukashenko no final dos anos 90. Estes seriam “os nazis bielorrussos dos anos 90”, pecha que é disputada por seus defensores, que os retratam até mesmo como democratas, mas que é justificada por seus detratores baseada em seu separatismo étnico e intolerância dirigida aos russos apesar de viverem no mesmo espaço e a maioria do seu próprio país falar a língua russa. Ainda assim, o alvo-rubro vem sendo reivindicado como um símbolo de liberdade, democracia e independência: seus defensores vêm tentando firmar a identidade dessa bandeira mais em 1991 do que em 1941. Para todos os efeitos, se tornou um símbolo de oposição Lukashenko, símbolo de “outra Belarus”, com boa parte dos jovens mantendo uma atitude receptiva em relação a ela – um símbolo carregado de controvérsia, mesmo assim. Essas divergências simbólicas escondem diferentes histórias e questões políticas radicais. Além disso, é possível constatar que Belarus tem dois componentes nacionais externos em sua formação: os poloneses e os russos. No plano religioso, o catolicismo associado com Polônia e a ortodoxia associada à Rússia (segundo dados de 2011, 7,1% da população católica, 48,3% ortodoxa e 41,1% diz não ter religião, 3,5% se identificam com outras). Na disputa histórica, existe uma narrativa filo-soviética e outra ocidentalizante. Nesta última década, o próprio governo Lukashenko presidiu sobre uma política de aproximação e conciliação dessas narrativas históricas sobre Belarus, tentando ocupar uma posição mais nacionalista, mesmo que mantendo o núcleo soviético como fundamental. Esta aproximação foi muito criticada por um núcleo duro de patriotas e irredentistas russos. Por outro lado, dentre os manifestantes não necessariamente há uma ruptura total com a narrativa histórica partisan e motivos antifascistas, pelo menos não se buscarmos casos individuais – nesse caso, o uso histórico da bandeira seria ignorado ou superado por outra proposta. Apesar de existir uma oposição que busca lavar a bandeira alvirrubra, é possível identificar nacionalistas radicais na oposição?

Belarus não é Ucrânia – mas pode ser ucranizada?

Pelo menos em meios ocidentais, se afirmou muito que “a crise de Belarus não é geopolítica”. Muitos textos publicados no Carnegie Moscow Center elaboraram em torno dessa afirmação. A declaração da Comissão Europeia afirmou isso. O professor e colunista Thimothy Garton Ash escreveu no The Guardian que sequer se pode esperar um regime democrático liberal depois da saída de Lukashenko, e relata contatos com bielorrussos que dão a impressão de um sentimento ao mesmo tempo oposicionista e pró-russo. Por esse argumento, Belarus é diferente da Ucrânia, as manifestações não têm relação com geopolítica, os bielorrussos até gostam da Rússia e a lógica extrapola ao ponto de dizer que, portanto, Putin tende a apoiá-las. Mais de um texto fala de como a identificação entre bielorrussos e russos, como povos irmãos ou até iguais, “anula” essas questões – isto é, estes textos têm como pressuposto uma solidariedade nacional, uma continuidade entre os dois povos, algo distinto do radicalismo nacionalista. Até parecem acreditar que isto tiraria de Putin o interesse de ajudar Lukashenko ou da Rússia enquadrar esses eventos na sua visão estratégica como algo equivalente ao problema ucraniano. De fato, Belarus não é a Ucrânia. A divisão sobre a identidade nacional não é tão polarizada em Belarus como é na Ucrânia. A divisão regional e linguística, bem como as diferentes orientações geopolíticas, não é tão radical. A marca da colaboração e suas consequências políticas não é tão forte em Belarus como é na Ucrânia – não acredito que o nacionalismo em Belarus está no mesmo patamar do ultranacionalismo ucraniano. No plano da operação política, a comparação com a Ucrânia é feita em função do Maidan de 2014, onde também existem diferenças. O Maidan teve a participação decisiva de partidos políticos consolidados e posicionados dentro do Parlamento, que no momento final tomaram o poder do presidente Yanukovich usando seu poder parlamentar. Partidos ligados a oligarcas multimilionários, com políticos que enriqueceram em negócios de gás, e nas ruas uma tropa de choque de manifestantes formada por nacionalistas bem organizados. Dito isso, devemos olhar para o posicionamento da oposição bielorrussa e não aceitar de forma acrítica as narrativas de que a manifestação não tem nada a ver com geopolítica e que não possuí liderança. Alegam que questões como adesão à OTAN e integração europeia não são primárias na política de Belarus – será mesmo? E essas questões nacionais, não têm relação alguma com as manifestações? Primeiro, um dos movimentos que protagoniza enfrentamentos de rua em Belarus desde outros anos (especialmente nos enfrentamentos de rua de 2010) e se destaca nos meios oposicionistas, inclusive com reconhecimento ocidental, é a Frente Jovem, que é um movimento nacional radical, acusado de filo-fascista e ligado aos neofascistas ucranianos. Este movimento também é ligado ao partido Democracia Cristã Bielorrusa (DCB), o qual ajudou a fundar. Ambos são contra o status oficial da língua russa e querem retirar o russo das escolas. Pavel Sevyarynets, um dos fundadores da Frente Jovem e liderança da DCB, é frequentemente referido como dissidente e “prisioneiro de consciência” foi organizador da campanha “Belarus à Europa”. Ele foi preso antes das eleições como um organizador de distúrbios. A Revista Opera teve acesso ao material de um jornalista internacional que entrevistou um professor de artes bielorrusso, autoproclamado anarquista e defensor das manifestações, que se referiu à prisão de Sevyarynets como um ato preventivo do governo e respondeu a uma pergunta sobre as reivindicações do movimento dizendo que as pessoas tem em sua maior parte bandeiras nacionalistas. Em segundo lugar, cabe ressaltar que um dos principais partidos de oposição e representante das declarações atuais é o Partido da Frente Popular Bielorussa (PFPB), descendente da Frente Popular dos anos 90, um partido de direita, adepto da interpretação nacionalista, hostil à Rússia e pró-europeu. O PFPB, a Democracia Cristã, a Frente Jovem e o partido “Pela Liberdade” são parte de um “Bloco pela Independência de Belarus”. Estes movimentos tiveram vários contatos com grupos neofascistas ucranianos, com a Frente Jovem em específico mantendo relações de longa data e tomando parte em marchas em homenagem a colaboradores como Stepan Bandera e Roman Shukeyvich (que na SS Natchigall foi um carrasco dos habitantes e partisans do sul de Belarus) – diga-se, entretanto, que não necessariamente funcionam da mesma forma que as organizações extremistas. Mesmo movimentos que se organizam como ONGs, com aparência de ativismo genérico e recebendo dinheiro de programas para promover a democracia a partir da Lituânia (que por sua vez direciona dinheiro do Departamento de Estado dos Estados Unidos), servem como organizações nacionalistas, como é o caso da ONG BNR100. Em terceiro lugar, podemos olhar para algumas lideranças de oposição presentes no Conselho de Coordenação formado para derrubar Lukashenko. Foi proclamado que o Conselho de Coordenação é composto por “pessoas destacadas, profissionais, verdadeiros bielorrussos”, por aqueles que “representam o povo bielorrusso da melhor maneira, que nestes dias estão escrevendo uma nova página da história bielorrussa”. Olga Kovalkova, peça importante da campanha de Sviatlana Tsikhanouskaya, que já havia listado pessoas do conselho antes dele ser anunciado oficialmente, em sua página do Facebook. Ela mesma é um dos membros. É graduada pela Transparency International School on Integrity e pela Eastern European School of Political Studies (registrada em Kiev, patrocinada pela USAID, National Endowment for Democracy, Open Society Foundation, Rockefeller Foundation, Ministério das Relações Exteriores da Polônia, União Europeia e estruturas da OTAN). Kovalkova é co-presidente da Democracia Cristã Bielorrussa; defende a saída de Belarus da Organização Tratado de Segurança Coletiva (OTSC; Tratado de Takshent), a separação do Estado da União com a Rússia e a retirada do russo da vida pública. O outro co-presidente da DCB, Vitaly Rymashevsky, também está no conselho. Ales Bialiatski, famoso como defensor dos direitos humanos e que foi preso sob acusação de enganar o fisco a respeito da extensão de sua fortuna, também fez parte do movimento nacionalista da Frente Popular de Belarus, do qual foi secretário entre 1996 e 1999 e vice-presidente entre 1999 e 2001. Também é fundador da organização Comunidade Católica Bielorrussa. É presidente do Viasna Human Rights Centre (financiado por Eurasia Foundation, USAID e OpenSociety) e recebeu o prêmio liberdade do Atlantic Council, além de prêmios e financiamentos na Polônia. Sua prisão em 2011 foi baseada em dados financeiros fornecidos por promotores poloneses e lituanos, enquadrado por um artigo de sonegação da lei bielorrussa.
Na hoste dos nacionalistas mais comprometidos representados no Comitê de Coordenação temos também Yuras Gubarevich, fundador do partido “Pela Liberdade”, antes um dos fundadores da “Frente Jovem” e foi durante anos liderança do Partido Popular; uma das grandes lideranças oposicionistas.
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Pavel Belaus é ligado à Frente Jovem, um dos líderes da ONG Hodna e dono da loja de símbolos nacionalistas Symbal. Ele também é ligado ao movimento neofascista ucraniano Pravy Sektor e esteve envolvido na rede de voluntários bielorrussos para a Ucrânia. Andriy Stryzhak, do BNR100, ligado ao Partido da Frente Popular, coordenador da iniciativa BYCOVID19. Participou do Euromaidan, de campanhas de solidariedade com a “Operação Antiterrorista” de Kiev no leste da Ucrânia e de articulação com voluntários bielorrussos. Andrey Egorov promove a integração europeia. Alexander Dobrovolsky, líder liberal ligado ao velho eixo de aliados de Boris Yeltsin no parlamento soviético, é pró-ocidente. Sergei Chaly trabalhou em campanhas de Lukashenko no passado, é um especialista do mundo financeiro, ligado a oposição liberal russa e pro ocidente. Sim, também existem elementos de esquerda liberal ligados ao Partido Social Democrata de Belarus (Hromada), uma dissidência do PSD oficial, que é a favor da adesão à União Europeia e da OTAN. Dito isso, não falamos o suficiente da influência nacionalista. Tomemos por exemplo o grupo Charter 97, apoiado pelo ocidente, principalmente pela Radio Free Europe, que se estiliza como um movimento demo-liberal. Dão espaço para a Frente Jovem, onde naturalmente seu líder pode chamar os bielorrussos que combatem na Ucrânia de “heróis” pois combatem a “horda” (se referindo a Rússia da mesma maneira que o Pravy Sektor). Voluntários bielorrussos combateram ao lado de unidades do Pravy Sektor e do Batalhão Azov. Durante as manifestações, o Charter 97 publicou, no dia 15 de agosto, um texto comemorando o “Milagre sobre o Vistula: no dia 15 de agosto o exército polonês salvou a Europa dos bolcheviques” e “Dez Vitórias de Belarus”, em que a Rússia é retratada como “inimigo secular” dos bielorrussos. Ações de ocupação de poloneses contra a Rússia são celebradas como “vitórias bielorrussas”. É importante também observar o papel que padres católicos vêm cumprindo nas manifestações, inclusive se colocando à frente de algumas delas. O bispo católico Oleg Butkevich questionou as eleições no dia 12 de agosto. Pelo menos em Lida, em Vitebetsk, Maladzyechna e em Polotsk, clérigos organizaram manifestações. Em Minsk, tomou parte o secretário de imprensa da Conferência de Bispos de Belarus, Yury Sanko. Em Polotsk, sobre a justificativa de ser uma procissão, o padre Vyacheslav Barok falou do momento político como uma “luta do bem contra o mal”. É claro que padres católicos podem participar de movimentos políticos de massa, eles também são parte da sociedade, mas este dado não deixa de ter uma significação política específica, visto que os radicais do nacionalismo bielorrusso se organizam no seio da comunidade católica. Ao mesmo tempo, isso gera ansiedade em um “outro lado”, no que seria um lado “pró-russo”, não só por conta de conspirações sobre “catolicização” do país, mas por ter visto na experiência ucraniana a associação de clérigos do catolicismo grego a neofascistas e eventualmente o Estado bancando uma ofensiva contra a Igreja Ortodoxa russa, o que inclui tomada de terras e expropriação de templos. O mesmo problema está ocorrendo neste ano com os ortodoxos sérvios em Montenegro; existem dois precedentes recentes no mundo religioso cristão ortodoxo que podem servir para uma mobilização contra as manifestações.

Programa de oposição: em busca do elo perdido

A candidatura de Tikhanovskaya não tinha um programa muito claro fora a oposição a Lukashenko. Porém, um programa de plataforma comum da oposição, envolvendo o Partido da Frente Popular, o Partido Verde, o Hramada, a Democracia Cristã e o “Pela Liberdade” chegou a ser formulado em uma “iniciativa civil” envolvendo estes partidos e ONGs que estava no site ZaBelarus. Depois, parte deste programa foi transferido para o portal ReformBy. Quando o programa passou a ser exposto no contexto das manifestações (por volta do dia 16), a oposição tirou o site do ar, mas ele ainda pode ser acessado com a ferramenta Wayback Machine. O programa quer anular todas as reformas e referendos desde 1994, retornando à Constituição daquele ano (e conforme escrita pelo Soviete Supremo). Se compromete a retirar da língua russa seus status oficial, além de substituir a atual bandeira por uma vermelho e branca. Existe uma proposta de reforma total de todas as instituições: bancárias, centrais, locais, judiciais, policiais, militares.
O programa também tem uma sessão dedicada à previdência, criticando o sistema de repartição solidária de Belarus como “falido” e responsável por uma “alta carga tributária sobre os negócios”. Propõem “simplificação”, “desburocratização” e “alfabetização financeira da população” para que esta assuma sua parcela de responsabilidade pela aposentadoria. O sistema seria “insustentável” no ano de 2050 por razões demográficas. Também criticam o “monopólio” da previdência pública, “sem alternativas no mercado”. A proposta oposicionista é de contas individuais de pensão com contribuição obrigatória, mas sem eliminar o sistema solidário, tornando o sistema “baseado em dois pilares”; elevar a idade de aposentadoria das mulheres (57) para igual a dos homens (62); “desburocratização” através da eliminação e fusão de órgãos públicos de seguridade social; eliminar diversos tipos de benefício e igualar os valores para todos os cidadãos (independente da ocupação). Essas propostas previdenciárias em específico são assinadas por Olga Kovalkova. Na seção de economia, o programa fala de um “problema do emprego” criticando as empresas estatais e demandando flexibilização da legislação, “incentivos para os investidores”, “uma política macroeconômica de alta qualidade, i.e. inflação baixa, política fiscal disciplinada, escopo amplo para a iniciativa privada”; “o mercado de trabalho é super-regulado”, diz o documento. “Melhorar o ambiente de negócios e o clima de investimentos”, “tomar todas as medidas necessárias para atrair corporações transnacionais”, “privatização em larga escala”, “criação de um mercado de terras pleno”, “desburocratização e desmonopolização da economia”, “adoção das normas básicas de mercado e padrão de mercadorias da União Europeia”, enumera o programa dentre as diversas propostas, que incluem privatização de serviços públicos e criação de um mercado de moradia competitivo. Até aqui, com exceção da referência à língua russa, estamos falando mais de neoliberais do que nacionalistas propriamente. Podemos dizer também que pontos como adoção de padrões europeus e reformas econômicas influenciam a questão geopolítica. Ainda assim, boa parte dessas reformas econômicas também são defendidas por Viktor Barbaryka, empresário bielorrusso que era tido como principal candidato de oposição a Lukashenko que está preso por crimes financeiros; Barbaryka é considerado um “amigo do Kremlin”, pró-russo. Existe uma seção perdida, a seção de “Reforma da Segurança Nacional”. Na primeira semana de protestos, surgiu na rede uma suposta reprodução do conteúdo dessa seção¹. O conteúdo é uma análise ocidentalista que enquadra o Kremlin como uma ameaça, propondo a saída do Tratado de Takshent, da União com a Rússia e medidas para fortalecer o país com “educação patriótica”. Muitos temas que já foram vistos na Ucrânia, com a identificação do Kremlin como uma ameaça tendo como consequência a proposição de medidas contra “agentes do Kremlin” dentro do país, na mídia e na sociedade civil (e, dentre elas, uma proposta de “bielorrussificação” das igrejas). Tão logo isso passou a ser denunciado na primeira semana depois das eleições, o site inteiro foi tirado do ar. A oposição, tendo entrado em um confronto prolongado que pelo visto não esperava (contando com a queda rápida de Lukashenko) sabe que esse tipo de coisa favorece o governo e cria um campo favorável para ele, por isso agora tentam se dissociar, falando deste programa como produto de uma iniciativa privada, apesar de ser uma articulação política envolvendo líderes da oposição. Tanto seus elementos de reforma econômica combinam com o que diziam políticos de oposição liberal em junho, como as supostas posições geopolíticas casam com os nacionalistas que tomam parte da coalizão (e na verdade, é um tanto óbvio que pelo menos uma parte considerável dos liberais é pró-OTAN). No mesmo dia que tal documento foi exposto na mídia estatal bielorrussa – e mais tarde, comentado por Lukashenko em reunião do Comitê Nacional de Defesa – o Conselho de Coordenação declarou oficialmente que desejam cooperar com “todos os parceiros, incluindo a Federação Russa”. Desinformação? Por mais provocativas que sejam as posições do suposto trecho do programa, é fundamentalmente o discurso normal de nacionalistas e liberais atlantistas em Belarus; agora que os dados foram lançados, é natural que a direção oposicionista que não reconhece os resultados das eleições procure se desvencilhar desses posicionamentos estranhos aos seu objetivo mais imediato, que é derrubar Lukashenko.² Ainda que os manifestantes possam ter motivações diversas, a situação atual está longe de ser livre do peso da geopolítica e das narrativas históricas que sustentam o caminhar de um país.
Notas:¹ – Procurando o trecho em russo no Google com um intervalo de tempo entre o primeiro dia de janeiro de 2020 até o primeiro dia de agosto (isto é, antes disso virar uma febre na rede russa), o próprio mecanismo de pesquisa oferece uma página do “Za Belarus” que contém o trecho, mas com um link quebrado – sinal de que há algum registro no cache do Google. A data é dia 25 de junho.
² – O Partido da Frente Popular da Bielorrússia acusou Lukashenko de “fake news” ao divulgar o que seria o seu programa como se fosse de Tikhanovskaya, tratando as medidas como “inevitáveis para Belarus” porém “fora de questão” no momento. O programa, naturalmente, é marcado pela retórica nacionalista e defende adesão de Belarus na OTAN, mas não usa o mesmo palavreado. Da mesma forma o programa do PFPB também tem princípios liberais-conservadores na economia.
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2017.02.01 00:58 eremita_urbano A Paixão Segundo a Revolução (PAULO LEMINSKI)

Na estratégia e na tática de ação política, a inteligência de Lenin supera em muito a de Trotski, mais hesitante, mais sujeita a erros e leituras equivocadas dos fatos.
Mas a máquina mental e intelectual de Trotski era mais complexa que a de Lenin. Seus interesses eram mais plurais. Suas leituras, mais diversificadas. Seu horizonte, muito mais amplo. Leia-se, por exemplo, o vôo utópico do final do ensaio Arte Revolucionária e Arte Socialista, capítulo oitavo do seu livro Literatura e Revolução.
Lenin jamais poderia ter escrito essas páginas de um sopro verdadeiramente épico-utópico, sobre o novo homem que o socialismo poderia criar. Nem poderia dizer, como diz Trotski, nesse mesmo livro: “a arte se fundirá com a vida, quando a vida enriquecerá em proporções tais que se modelará, inteiramente, na arte”.
Lenin sempre olhou meio de lado, desconfiado, para as manifestações de vanguarda artística que marcaram o início do comunismo na Rússia (futurismo, suprematismo, Eisenstein, Maiakovski, Meyerhold, Tatlin). Seus gostos em matéria de arte eram bem conservadores. Há testemunhos de que chorava ao ouvir o Pour Élise, de Beethoven. E sua visão de cinema era pedagógica e doutrinária: bom para educar as massas.
Dessa vanguarda, Trotski, agudíssimo crítico literário, fez leituras mais ricas, como nos ensaios O Futurismo, de 1922, e O Suicídio de Maiakovski, de 1930, incluídos em Literatura e Revolução, o mais extraordinário livro sobre literatura que um político jamais escreveu.
Quando, já exilado no México, nos anos 30, Trotski assina um manifesto surrealista com André Breton, vindo da França para conhecê-lo, o velho leão está apenas sendo fiel a algumas das suas riquezas da juventude.
A robustez e saúde de pensamento, Trotski deve ter herdado do pai. Mas a sofisticação intelectual, que sempre o distinguiu entre os bolcheviques e lhe atraiu invejas e ódios surdos, só pode ter vindo da mãe, que era assinante de uma biblioteca de livros de empréstimo, e lia em mais de uma língua.
O que importa guardar dos primórdios de Lev Davidovitch é que Trotski teve uma infância e adolescência sem penúria, como, aliás, Lenin, filho de um funcionário público, de alguma graduação na máquina burocrática. Diverso é o caso de Stalin, filho de um pobre sapateiro do Cáucaso, o único dos chefes da Revolução de Outubro a ter origens realmente populares.
Aos sete anos, os pais de Lev Davidovitch o enviaram para uma escola judaico-alemã, a quilômetros de distância da fazenda Yanovka. Não se adaptou, e os pais o trouxeram de volta, sem que tivesse chegado a aprender nem o iídiche nem o hebraico das Escrituras. Em compensação, tinha aprendido bem o russo, ele que só falava o ucraniano dos camponeses. Ao voltar, já escrevia bem em russo, e começava a ler avidamente livros na língua oficial.
Pouco depois, pelas mãos de um parente mais velho, de nome Spentzer, vai estudar em Odessa, o maior porto do Mar Negro, uma cidade de clima quente, fervilhante de vida cosmopolita.
Na casa dos Spentzer, Lev iniciou-se numa vida intelectual muito cuidada, música clássica, hábitos polidos, leituras de clássicos russos e europeus em geral (Goethe, Pushkin, Tolstoi, Dickens).
O jovem camponês ucraniano transforma-se num judeu urbano de classe média, um europeu culto e educado.
Em Odessa, frequentou uma escola alemã, ligada à Igreja Luterana, onde estudou, entre as matérias do currículo, francês e alemão. Nessa escola, a Realschule, parece ter sido aluno excepcionalmente sério, sempre o primeiro da classe.
Já podemos ver aí os germes da vaidade intelectual que sua figura sempre irradiou, a certeza de ser mais inteligente do que os outros, de ver mais longe ou pensar mais fundo, vaidade que só se transformava em modéstia diante da figura superlativamente carismática de Lenin (e isso só depois de muita briga entre os dois…).
Em Odessa, cidade esfuziante de atrações, frequenta a ópera, como os outros estudantes, veste-se com elegância (traço que sempre o distinguiu) e apaixona-se, platonicamente, por cantoras líricas, como um poeta romântico do século 19.
Aos 17 anos, o futuro chefe da Revolução de Outubro ainda não ouviu falar de marxismo. E seu talento para a matemática o inclina a sonhar com uma carreira universitária dedicada à matemática pura.
Tais eram seus dons nesse terreno que, consta, eminentes matemáticos lamentariam depois que tamanho talento se perdesse na mediocridade da vida política: que grande talento a matemática estava perdendo…
A atividade política de Trotski, percebe-se já, não vai nascer de uma revolta contra um estado pessoal de carência.
Como em Lenin, outro bem-nascido (como Mao e Fidel), em Trotski, a revolução vai ser uma paixão intelectual, uma certeza lógica, uma convicção feita de ferro em brasa. Uma das cruéis ironias da vida: só os bem alimentados podem lutar pelos famintos. Os muito miseráveis nem sequer se revoltam: deixam-se morrer à míngua. É preciso muita proteína para fazer uma revolução.
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2015.09.23 14:21 throwukraine Ajuda com ucraniano perdido em Balneário Camboriú

Olá pessoal, fiz essa throwaway para tentar obter uma ajuda em algo que me envolvi recentemente. Há cerca de uma semana uma vizinha comentou sobre um homem que estava morando em um ponto de ônibus aqui próximo de casa. Primeiro achei que fosse exagero dela mas minha namorada precisou ir em outro canto da cidade hoje pela manhã e ele estava no ponto, mais tarde quando ela voltou ele estava na mesma posição.
Vou tentar resumir os acontecimentos para não prolongar demais a história. Resolvemos levar um prato de comida para ele, quando fui levar a janta e percebi que ele não falava português, arranhei um portunhol (já que é normal aparecer argentino por aqui) e descobri que ele é ucraniano, é programador, está na américa do sul há 15 anos e veio para o Brasil por que gostava do país e queria arrumar emprego por aqui (foi o que entendi).
Perguntei se ele gostaria de voltar ao país dele e me disse que sim, mas que a situação era muito difícil (o que é óbvio, já que está dormindo em um ponto de ônibus).
Peguei o nome dele e de dois membros da família, procurando o nome dele no google para ver se não aparecia UCRANIANO SHEVCHENKO MATA 12 EM BUENOS AIRES E FOGE PARA O BRASIL em alguma notícia, descobri que a história dele é verdadeira, pelo menos segundo um perfil do linkedin que não pude venão tem foto. Ucraniano, trabalhou com TI na Ucrânia e na Argentina (onde começou há exatos 15 anos).
Enfim, tentei entrar em contato com alguém da família, mas os nomes são muito comuns e descobri que tem um consulado da Ucrânia aqui próximo, em Blumenau, e vou tentar entrar em contato. Sei que é uma história meio sem pé na cabeça, que o cara pode estar fugido ou sei lá o que. Mas o que ele contou bate com o que consegui pesquisar e se houvesse algum problema (fora a imigração ilegal) ele não me passaria seus dados (inclusive tenho uma foto da identidade argentina dele).
Alguém tem alguma ideia do que mais posso fazer?
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2014.12.16 05:28 diego_moita Pequeno dicionário Português -> Brasileiro, parte 2

Eu tinha prometido esta segunda parte, como complemento à lista que postei antes. A lista foi escrita pelo meu pai, que é português, mas acrescentei sugestões de redditores de /brasil e /portugal e dei o crédito entre parenteses em cada verbete. Obrigado a cada um deles
Comida : Para quem experimenta pela primeira vez a comida portuguesa exige coragem. Os nomes são estranhos, o aspecto é estranho mas o sabor é quase sempre fantástico. É comida de camponês e pescador que não se preocupa em disfarçar que aquilo que está no seu prato estava vivo algumas horas atrás; comida bonita é frescura de restaurante, camponês não liga para isso. Também é o que se chama no Brasil de comida "com sustança" e em Portugal de "mesa farta", que mata a fome de quem trabalha duro e pesado. Em geral, um prato português tem alho suficiente para exterminar metade dos vampiros da Transilvania. Isso é por motivos históricos: o alho tem um antibiótico (allicina) e um fungicida (phytoncida) que evitam o apodrecimento de carnes, enchidos e peixes. Sal, vinho e vinagre foram usados para o mesmo fim, conservar e evitar o apodrecimento de barris cheios de comida. Com o tempo os portugueses se acostumaram e até hoje se enchem de sal, alho e vinho.
Edit: links para receitas
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2014.12.03 23:26 diegoo2 [HEA] Sobre os Ov e ovich nos nomes russos...

SOBRE SOBRENOMES RUSSOS. O sufixo -ov e -ev em russo NãO QUER DIZER FILHO. Quem sabe russo sabe que esse -ov é a desinência do genitivo plural das palavras masculinas. Essa desinência passou por um processo morfológico em que ela deixou de ser o morfema do caso genitivo e passou para uma forma nominativa nos sobrenomes. Portanto nós temos Volk (lobo), Volkov (dos lobos, veja a cantora Yulia Volkova), Karol (rei), Karolëv (dos reis) e assim segue. O sufixo formador de sobrenomes que quer dizer "filho de" (patronímico) é -ovich. Assim temos Ivan (João) Ivanovich (filho de João). Todo russo/ucraniano tem três nomes: o primeiro nome (Ivan, por exemplo), o patronímico (nome do pai + -ovich, como Ivanovich) e um sobrenome (pode ser qualquer um, como Ivanov). Assim, a tradução literal de um nome como Ivan Ivanovich Ivanov seria algo como "João filho do João dos Joães". Só uma curiosidade: em português e espanhol existe um morfema formador de sobrenomes que é -es, -ez ou -s. Então, esses morfemas também são derivados do genitivo masculino da língua germânica gótica, falada pelos antigos habitantes da península Ibérica. Assim, meu nome e sobrenome, Henrique Martins, significam "Henrique do Martin" ou "Henrique do Martinho".
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2014.02.27 19:30 fidjudisomada Match Thread: SL Benfica vs. PAOK FC

UEFA Europa League: Dezasseis-avos-de-final - Segunda mão
Sport Lisboa e Benfica vs. PAOK FC
Horário: 27/02/2014 - 21:05CET (20:05 hora local)
Local: Estádio do Sport Lisboa e Benfica (da Luz) - Lisboa (Portugal)
Árbitro: Szymon Marciniak (POL). Árbitros assistentes: Paweł Sokolnicki (POL), Tomasz Listkiewicz (POL). Árbitros assistentes adicionais: Paweł Raczkowski (POL), Tomasz Musiał (POL). Quarto árbitro: Radosław Siejka (POL). Delegado da UEFA: Danilo Filacchione (ITA)
Televisão:
Rádio:
Antevisão:
Finalista vencido da última edição da prova, o SL Benfica parece bem colocado para seguir em frente na UEFA Europa League de 2013/14 quando defrontar o PAOK FC, em Lisboa, em vantagem de 1-0 trazida da primeira mão dos 16 avos-de-final.
Encontros anteriores
  • Uma excelente finalização por parte do brasileiro Lima, aos 59 minutos, fez a diferença na partida da primeira mão, naquele que foi o terceiro encontro europeu entre as duas equipas.
  • O anterior embate dos dois clubes nas provas europeias ficou também marcado pelo equilíbrio. Treinado por Jupp Heynckes, o Benfica venceu por 2-1 na Grécia, na primeira mão da segunda eliminatória da Taça UEFA de 1999/2000, mas viu-se depois derrotado em casa pelo mesmo resultado pelo PAOK de Arie Haan, tendo os "encarnados" acabado por levar a melhor, por 4-1, no desempate por grandes penalidades.
  • Nessa partida da segunda mão, em Lisboa, a 4 de Novembro de 1999, as equipas foram as seguintes: Benfica: Enke, Paulo Madeira, Poborský (Chano 72), João Pinto, Ronaldo Guiaro, Kandaurov, Bruno Basto (Maniche 62), Nuno Gomes, José Calado, Ricardo Rojas, Luís Andrade (Tahar El Khalej 83). PAOK: Čović, Bandović, Venetidis, Dollberg, Machiaridis, Marangos, Vryzas (Karadimos 74), Nagbe, Valencia (Froussos 90), Kafes, Sabry (Konstantinidis 79).
  • O treinador do PAOK, Huub Stevens, foi eliminado pelo Benfica quando estava no comando do Roda JC, na segunda eliminatória da Taça UEFA 1995/96. Os holandeses perderam por 1-0 em Lisboa e empataram 2-2 em casa, num encontro em que Hassan Nader apontou os dois golos dos portugueses nos últimos três minutos.
Retrospectiva
  • O registo do PAOK em cinco jogos contra clubes portugueses é de 2V 0E 3D (1V 0E 2D na Grécia, 1V 0E 1D em Portugal).
  • Os 14 jogos do Benfica com clubes gregos produziram 7V 1E 6D (4V 1E 1D em casa, 3V 0E 5D na Grécia).
  • Presente nos 16 avos-de-final após transitar da fase de grupos da UEFA Champions League, o Benfica tenta chegar à final pela segunda época consecutiva. Perdeu por 2-1 frente ao Chelsea FC na discussão do troféu de 2013, em Amesterdão.
  • O Benfica não perde em casa nas competições europeias há nove jogos (8V 3E); a última derrota caseira do Benfica nas provas da UEFA aconteceu diante do FC Barcelona, por 2-0, na primeira jornada da fase de grupos da UEFA Champions League de 2012/13.
  • O PAOK terminou a fase de grupos imbatível (3V 3E) e substituiu o FC Metalist Kharkiv no "play-off" da UEFA Champions League, isto depois do clube ucraniano, que tinha afastado o PAOK na terceira pré-eliminatória, ter sido excluído das competições europeias. O PAOK foi batido por 4-3 na eliminatória com o FC Schalke 04 e relegado para a UEFA Europa League.
  • O PAOK venceu por 2-0 no terreno do FC Shakhter Karagandy na quinta jornada e alargou assim para nove jogos (4V 5D) - mais três do que qualquer outro clube - a série sem perder fora na UEFA Europa League (excluindo pré-eliminatórias).
  • O PAOK sofreu golos nos últimos 11 desafios europeus disputados em casa (5V 2E e 4D), não mantendo a baliza inviolada desde o nulo com o Tottenham Hotspur FC na fase de grupos da UEFA Europa League de 2011/12.
Factos das equipas
  • O médio Kostas Katsouranis, do PAOK, alinhou pelo Benfica entre 2006 e 2009. Foi um dos capitães de equipa e eleito jogador do ano do Benfica em 2009, quando conquistou a Taça da Liga, o único troféu que venceu ao serviço dos lisboetas.
  • Miguel Vítor começou a carreira no Benfica, que representou desde os escalões de formação, e disputou 24 jogos no campeonato pelo clube antes de sair para o PAOK em 2013.
  • Eduardo Salvio, do Benfica, e Nikos Spyropoulos, defesa do PAOK, poderão ambos chegar aos 50 jogos nas competições de clubes da UEFA se alinharem nesta partida da segunda mão dos 16 avos-de-final da UEFA Europa League.
  • Ljubomir Fejsa, médio sérvio contratado esta época pelo Benfica, já jogou na Grécia, tendo conquistado duas "dobradinhas" quando alinhou pelo Olympiacos FC entre 2011 e 2013.
  • O defesa-esquerdo do PAOK, Lino, alinhou em Portugal na A. Académica de Coimbra e no FC Porto, antes ir jogar para a Grécia em 2009.
  • Com 67 jogos na Taça UEFA e na UEFA Europa League (incluindo pré-eliminatórias), Dimitris Salpingidis, do PAOK, é, a par de Walid Badier, o quarto jogador com mais partidas disputadas na prova. Walter Zenga está no tRemate de Athanasiadis, de fora da área, Artur defende mal, erceiro lugar dessa lista, com 69 jogos.
Informações sobre os treinadores
  • O treinador do Benfica, Jorge Jesus, seguiu os passos do pai, Jesus Virgolino, ao assinar ainda jovem pelo Sporting Clube de Portugal, tendo alinhado como médio em diversos clubes antes de iniciar a carreira de treinador. Orientou vários clubes portugueses e chegou ao Benfica em Junho de 2009, depois de levar o SC Braga aos oitavos-de-final da Taça UEFA de 2008/09. Conduziu as "águias" ao título na primeira época e à final da UEFA Europa League na época passada.
  • Stevens, técnico do PAOK desde Junho de 2013, venceu a Taça UEFA como jogador do PSV Eindhoven em 1977 /78, e como treinador do FC Schalke 04, em 1996 /97. Passou os melhores anos como jogador na defesa do PSV, que mais tarde treinou. O holandês foi eleito treinador do século do Schalke em 1999 e também orientou 1. FC Köln, Hamburger SV e FC Salzburg, antes de iniciar a segunda passagem pelo comando do Schalke, mais discreta, em 2011.
  • Antonio Conte, da Juventus (com a camisola da Juve em 1993) e Frank de Boer, do AFC Ajax (ao serviço do Ajax em 1992) também venceram a Taça UEFA como jogadores.
Registo em desempates por penalties
  • O registo do Benfica em desempates por penalties nas provas da UEFA é 1V 1D:
  • vitória 4-1 (casa) frente ao PAOK, segunda eliminatória da Taça UEFA de 1999/2000
  • derrota 6-5 (campo neutro) frente ao PSV Eindhoven, final da Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1987/88
  • O PAOK perdeu os quatro desempates por penalties disputados nas provas da UEFA:
  • derrota 4-1 (fora) frente ao Benfica, segunda eliminatória da Taça UEFA de 1999/2000
  • derrota 4-3 (casa) frente ao Sevilla FC, primeira eliminatória da Taça UEFA de 1991/92
  • derrota 9-8 (fora) frente ao FC Bayern München, segunda eliminatória da Taça UEFA de 1983/84
  • derrota 5-4 (casa) frente ao Eintracht Frankfurt, primeira eliminatória da Taça dos Vencedores das Taças de 1981/82
Oitavos-de-final
  • O vencedor desta eliminatória vai medir forças nos oitavos-de-final com FC Dnipro Dnipropetrovsk ou Tottenham Hotspur FC e disputa a segunda mão em casa.
  • O Benfica bateu o Dnipro por 4-0 no total nos quartos-de-final a caminho da final perdida da Taça dos Campeões de 1989/90. Os "encarnados" afastaram também os "spurs", com um total de 4-3, no único embate anterior entre as duas equipas, nas meias-finais da Taça dos Campeões de 1961/62, época em que conquistaram o troféu ao bater o Real Madrid CF por 5-3 na final, em Amesterdão.
  • O PAOK nunca defrontou o Dnipro, mas empatou 0-0 em casa e venceu por 2-1 fora com os "spurs" na fase de grupos da UEFA Europa League de 2011/12.
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XI inicial (4-4-2):
(#) Pos. Nome
1 GR Artur
14 LD Maxi Pereira
4 DC Luisão
24 DC Ezequiel Garay
28 LE Sílvio
18 ED Eduardo Salvio
6 MC Rúben Amorim
30 MC André Gomes
20 EE Nicolás Gaitán
10 A Filip Djuričić
7 A Óscar Cardozo
Banco de suplentes
(#) Pos. Nome
13 GR Paulo Lopes
16 LE Guilherme Siqueira
3 DC Steven Vitória
5 MC Ljubomir Fejsa
11 A Lima
19 A Rodrigo
50 A Lazar Marković
Treinador: Jorge Jesus
PAOK F.C. Twitter Facebook YouTube
XI inicial (4-3-3):
(#) Pos. Nome
71 GR Panagiotis Glykos
70 LD Stelios Kitsiou
28 DC Kostas Katsouranis
29 DC Juan Insaurralde
16 LE Lino
8 MC Hedwiges Maduro
25 MC Costin Lazăr
26 MC Ergys Kace
10 ED Lucas
99 EE Sekou Oliseh
33 A Stefanos Athanasiadis
Banco de suplentes
(#) Pos. Nome
81 GR Michael Gspurning
2 D Giannis Skondras
3 D Giorgos Tzavellas
7 M Giorgos Georgiadis
9 M Zvonimir Vukić
11 M Miroslav Stoch
77 M Sotiris Ninis
Treinador: Huub Stevens
Incidências:
0': O polaco Szymon Marciniak apita e começa o jogo.
10': Djuricic triangula com Gaitán e lança Cardozo, que contorna o guarda-redes mas, de ângulo muito difícil, atirou à malha lateral.
14': O PAOK quase marca. Remate de Lucas de fora da área, Artur defende mal mas recupera do erro.
19': Cruzamento de Sílvio, Lino desvia para canto, com Garay no segundo poste à espera...
30': Corta Katsouranis um contra-ataque do Benfica onde Gaitan procurava Cardozo.
35': Livre de Oscar Cardozo e o guarda-redes grego voou para uma grande defesa.
42': Fortíssimo remate de Cardozo, de fora da área, sai a centímetros do poste.
45': INTERVALO. SLB 0-0 PAOK FC
45': Começa a segunda parte.
45': PAOK: Entra M. Stoch e sai S. Oliseh.
48': Remate de Rúben Amorim e defesa de Glykos a soco.
52': PAOK quasemarca na sequência de um canto. Katsouranis desviou de cabeça e Maduro não chega a tempo.
55': Markovic e Lima vão entrar.
60': Benfica: sai Cardozo e entra Lima.
60': Benfica: sai Salvio e entra Marković.
65': Livre de Lima para o segundo poste onde Garay remata contra um adversário.
67': Djuricic remata fora da área e Kitsiou corta para canto.
69': Cartão vermelho para K. Katsouranis por derrube a Lima que estava na iminência de isolar-se.
70': GGGGGGGGGGGOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLOOOOOOOOO!! GAITÁN! 1-0! Livre superiormente marcado com o pé esquerdo, descaído para o lado direito. Gaitán simula o remate em força e coloca em jeito!
70': Assista ao vídeo do golo de Gaitán
74': PAOK: sai Lucas e entra Vukic (PAOK)
75': Vantagem no marcador no conjunto da elimninatória (2-0) e com mais um jogador em campo. Benfica está quase apurado para os oitavos-de-final.
76': Cartão amarelo para Sílvio.
77': Tottenham ganha por 3-1. Neste momento o embate dos oitavos será Benfica-Tottenham.
77': Maduro comete uma falta sobre Lima e provoca penalty.
78': GGGGGGGGGGGOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLOOOOOOOOO!! LIMA! 2-0! Castigo máximo superiormente marcado.
78': Assista ao vídeo do golo de Lima
79': GGGGGGGGGGGOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLOOOOOOOOO!! MARKOVIC! 3-0! Assistência de Luisão.
79': Assista ao vídeo do golo Markovic
79': Benfica: sai Djuricic, entra Rodrigo
83': PAOK: sai Stoch e entra Ninis.
86': Rodrigo falha o alvo. Grande oportunidade para o Benfica!
89': Os jogos dos oitavos estão agendados para os próximos dias 13 e 20 de Março.
90': TERMINOU! SLB 3-0 PAOK FC
90': O Benfica qualifica-se para os oitavos-de-final ao vencer por 4-0 no conjunto da eliminatória. Defrontará o Tottenham que venceu o Dnipro por 3-1 (3-2 no conjunto). Primeira mão jogar-se-á em Londres.
90': Crónica: Benfica resolve na segunda parte
90': Estatísticas
SL Benfica Parâmetros PAOK FC
3 Golos marcados 0
57 Posse de bola(%) 43
18 Total de tentativas 3
8 Remates à baliza 1
6 Remates para fora 2
4 Remates defendidos 0
0 nos postes 0
4 Cantos 2
1 Foras-de-jogo 2
1 Cartões amarelos 1
0 Cartões Vermelhos 1
16 Faltas cometidas 10
9 Faltas sofridas 16
548 Passes tentados 426
463 Passes completos 348
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